
Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque Teu é tudo quanto há nos céus e na Terra; teu é, Senhor, o reino, e Tu Te exaltaste sobre todos como chefe. I Crônicas. 29:11.
Deus é nosso Pai, que nos ama e de nós cuida, como filhos Seus que somos; Ele é também o grande Rei do Universo.
Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais.
Precisamos não tentar erguer com mão presunçosa a cortina com a qual Ele protege Sua majestade. Exclama o apóstolo: "Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!" Romanos. 11:33.
É uma prova de Sua misericórdia o estar oculto o Seu poder, o esconder-Se Ele nas respeitáveis nuvens do mistério e da obscuridade; pois erguer a cortina que esconde a presença divina é morte.
Mente alguma mortal pode penetrar no secreto em que habita e atua o Poderoso. Não podemos compreender mais de Seu trato conosco e os motivos que nEle atuam, do que Lhe parece bem revelar.
Tudo Ele ordena em justiça, e não temos de ficar malsatisfeitos e desconfiados, mas inclinar-nos em reverente submissão. Ele nos revelará de Seus desígnios o quanto for para nosso bem; e para além disso, devemos confiar na mão que é onipotente, no coração cheio de amor.
Jeová é o fundamento de toda sabedoria, de toda verdade, de todo conhecimento. ... Os homens não podem sequer demorar-se nas bordas dessa vasta expansão, e deixar a imaginação voar. Homens finitos não podem sondar as coisas profundas de Deus.
A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza, e de Sua presença.
Com esse sentimento do Invisível, todo coração deve ser profundamente impressionado.
Organização de texto: Clovis Salgado
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